Mostrar mensagens com a etiqueta DICAS E CULTURA. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta DICAS E CULTURA. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

CULTURA E LAZER

Fado de Camané candidato a Oscar

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos apresentou os 39 temas candidatos a uma nomeação para o Óscar de "melhor canção original" lista onde se encontra o fado "Já não estar", com letra de Manuela de Freitas e música de José Mário Branco, interpretado por Camané.

O fado integra o documentário "José & Pilar", que Miguel Gonçalves Mendes fez sobre José Saramago, numa percurso que acompanha o processo criativo de “A Viagem do Elefante”, a sua relação com Pilar del Rio, a mulher com quem viveu em Lanzarote, bem como o seu relacionamento com o mundo.

Grande parte da banda sonora deste filme de Miguel Gonçalves Mendes foi composta por David Santos (noiserv), mas inclui também temas interpretados por Camané, Paco Ibañez, Pedro Granato ou Adriana Calcanhoto.

Entre as 265 longas-metragens aceites divulgadas pela Academia, para uma possível nomeação para o Óscar de "Melhor Filme", encontra-se o documentário "José & Pilar", uma vez que cumpre os requisitos como por exemplo ter tido estreia comercial nos Estados Unidos e ter estado pelo menos sete dias consecutivos em cartaz. Acresce que o documentário é ainda o candidato de Portugal a uma nomeação para o Óscar de "Melhor Filme Estrangeiro".

As decisões serão conhecidas na 84.ª edição dos Óscares que decorrerá a 26 de Fevereiro em Los Angeles, Califórnia, mas as nomeações serão já conhecidas a 24 de Janeiro.
(in Site de HARDMUSICA, Jornal de Cultura e Lazer)
 

segunda-feira, 30 de maio de 2011

MAIS UMA DICA PARA OS PRIMATAS

Caros Primatas, recebi hoje do Helder Duque e do Rui Gonçalves, este video que pode ajudar. Muitos já sabem mas é sempre bom lembrar;

CURIOSIDADES PARA OS PRIMATAS

Caros Primatas, para quem gosta de curiosidades, deixo aqui o link de um Blogue sobre cinemas antigos de Portugal.

SE GOSTAM DE MEMÓRIAS E CINEMAS, VISITEM

Desfrutem!

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

O QUE É A CHANFANA



Mas afinal...o que é a Chanfana?

A chanfana é um prato regional da Beira Litoral. É um dos pratos tradicionais mais famosos, cozinhada nos caçoilos de barro. O concelho de Miranda do Corvo é conhecido por ser a Capital da Chanfana que terá nascido em Semide. Em Miranda do Corvo existem dois pratos únicos derivados da chanfana: a Sopa de Casamento e o Negalho.

Muitos dos moradores, porque eram pastores, pagavam com cabras e ovelhas. Ora, como as freiras não tinham disponibilidade nem meios para manter tão grande rebanho, descobriram uma fórmula para cozinhar e conservar a respectiva carne, aproveitando o vinho que lhes era entregue pelos rendeiros, o louro que tinham na sua quinta, bem como os alhos e demais ingredientes. Surge, assim, a chanfana que era religiosamente guardada ao longo do ano nas caves frescas do mosteiro. A carne assada no vinho mantinha-se no molho gorduroso solidificado, durante largos meses.

Segundo outros, terá sido durante a terceira invasão francesa que as freiras inventaram esta fórmula gastronómica para evitar que os soldados franceses roubassem as cabras e as ovelhas da região. Finalmente, há quem diga que a receita da chanfana nada tem a ver com o Mosteiro de Semide, mas apenas com as invasões francesas. Diz-se, então, que, quando as tropas francesas andaram pela região da Lousã e de Miranda do Corvo, a população envenenou as águas para matar os franceses. Mas era preciso cozinhar a carne habitualmente consumida (de cabra e de carneiro) e, como a água estava envenenada, utilizou-se o vinho da região. A chanfana é um prato típico, não só no concelho de Miranda do Corvo como de praticamente toda a região centro. É muito apreciada e servida em bastantes restaurantes da zona. De salientar que constitui o prato «obrigatório» quando decorrem as festas religiosas anuais, nomeadamente na vila, pelo S. Sebastião.

Ingredientes: carne de cabra velha; vinho tinto; alho; colorau; pimenta; louro; sal.

Confecção: corta-se a carne aos bocados, que se colocam numa caçoila de barro. Tempera-se com sal, cabeças de alho inteiras, colorau, pimenta e louro. Cobre-se com vinho tinto. Vai ao forno de lenha, previamente aquecido. Durante o tempo em que a Chanfana está a assar, normalmente cerca de 4 horas, a boca do forno deve manter-se completamente vedada com barro. Geralmente, a Chanfana confecciona-se na véspera de ser consumida. Assim, deixa-se ficar no forno até à hora de ser servida. Nessa altura, o barro é picado para se abrir a porta do forno. Serve-se, geralmente, com batata cozida e grelos.”

terça-feira, 5 de outubro de 2010

UM CONSELHO AOS PRIMATAS



Como entregar cópias do BI
(aconselhamento da Polícia)

Prestem atenção ao que é pedido sobre a entrega de fotocópia do B.I.
Uma amiga minha, através da fotocópia do seu B.I. está com um processo em tribunal porque lhe abriram uma conta fraudulenta numa agência bancária em Alcochete e tem dívidas para pagar, quando ela é do Porto, sempre viveu e trabalhou cá.
O processo já se arrasta há dois anos, ela está impedida de passar cheques e o advogado dela teme pelo que lhe possa acontecer, apesar de já se ter deslocado duas vezes a tribunal, em Lisboa.
Uma enorme confusão... e tudo isto por causa de uma fotocópia do documento que caiu em mãos erradas...

Este alerta parece-me muito importante.

VEJAM A IMAGEM EM ANEXO

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

UMA CRÓNICA DO MIGUEL ESTEVES CARDOSO




Caros primatas, porque o Blogue precisa também de alguma polémica e troca de ideias sobre a actualidade e sobre a sociedade Portuguesa, deixo aqui para Vossa leitura e respectivos comentários uma crónica do Miguel Esteves Cardoso, conhecido jornalista/escritor/editor de direita, sobre a festa do Avante;


A FESTA DO AVANTE! por M. Esteves Cardoso

Tirem 5 minutos ao vosso tempo e leiam este artigo de quem se afirma reaccionário.

Artigo de Miguel Esteves Cardoso.

“Dizem-se muitas mentiras acerca da Festa do Avante! Estas são as mais
populares: que é irrelevante; que é um anacronismo; que é decadente; que é um grande negócio disfarçado de festa; que já perdeu o conteúdo político; que hoje é só comes e bebes.
Já é a Segunda vez que lá vou e posso garantir que não é nada dessas coisas e que não só é escusado como perigoso fingir que é. Porque a verdade verdadinha é que a Festa do Avante faz um bocadinho de medo.
O que se segue não é tanto uma crónica sobre essa festa como a reportagem de um preconceito acerca dela - um preconceito gigantesco que envolve a grande maioria dos portugueses. Ou pelo menos a mim.
Porque é que a Festa do Avante faz medo?
É muita gente; muita alegria; muita convicção; muito propósito comum.
Pode não ser de bom-tom dizê-lo, mas o choque inicial é sempre o mesmo: chiça!, Afinal os comunistas são mais que as mães. E bem dispostos. Porquê tão bem dispostos? O que é que eles sabem que eu ainda não sei?
É sempre desconfortável estar rodeado por pessoas com ideias contrárias às nossas. Mas quando a multidão é gigante e a ideia é contrária é só uma só – então, muito francamente, é aterrador.
Até por uma questão de respeito, o Partido Comunista Português merece que se tenha medo dele. Tratá-lo como uma relíquia engraçada do século XX é uma desconsideração e um perigo. Mal por mal, mais vale acreditar que comem criancinhas ao pequeno-almoço.
BEM SEI QUE A condescendência é uma arma e que fica bem elogiar os comunistas como fiéis aos princípios e tocantemente inamovíveis, coitadinhos.
É esta a maneira mais fácil de fingir que não existem e de esperar, com toda a estupidez, que, se os ignoramos, acabarão por se ir embora.

As festas do Avante, por muito que custe aos anticomunistas reconhecê-lo, são magníficas.
É espantoso ver o que se alcança com um bocadinho de colaboração. Não só no sentido verdadeiro, de trabalhar com os outros, como no nobre, que é trabalhar de graça.
A condescendência leva-nos a alvitrar que “assim também eu” e que as festas dos outros partidos também seriam boas caso estivessem um ano inteiro a prepará-las. Está bem, está: nem assim iam lá. Porque não basta trabalhar: também é preciso querer mudar o mundo. E querer só por si, não chega. É preciso ter a certeza que se vai mudá-lo.
Em vez de usar, para explicar tudo, o velho chavão da “ capacidade de organização” do velho PCP, temos é que perguntar porque é que se dão ao trabalho de se organizarem.
Porque os comunistas não se limitam a acreditar que a história lhes dará razão: acreditam que são a razão da própria história. É por isso que não podem parar; que aguentam todas as derrotas e todos os revezes; que são dotados de uma avassaladora e paradoxalmente energética paciência; porque acreditam que são a última barreira entre a civilização e a selvajaria. E talvez sejam. Basta completar a frase "Se não fossem os comunistas, hoje não haveria..." e compreende-se que, para eles, são muitas as conquistas meramente "burguesas " que lhe devemos, como o direito à greve e à liberdade de expressão.
É por isso que não se sentem “derrotados”. O desaparecimento da URSS, por exemplo, pode ter sido chato mas, na amplitude do panorama marxista-leninista, foi apenas um contratempo. Mas não é só por isso que a Festa do Avante faz medo. Também porque é convincente. Os comunas não só sabem divertir-se como são mestres, como nunca vi, do à-vontade. Todos fazem o que lhes apetece, sem complexos nem receios de qualquer espécie. Até o show off é mínimo e saudável.
Toda a gente se trata da mesma maneira, sem falsas distâncias nem proximidades. Ninguém procura controlar, convencer ou impressionar ninguém. As palavras são ditas conforme saem e as discussões são espontâneas e animadas. É muito refrescante esta honestidade. É bom (mas raro) uma pessoa sentir-se à vontade em público. Na Festa do Avante é automático.
Dava-nos jeito que se vestissem todos da mesma maneira e dissessem e fizessem as mesmas coisas - paciência. Dava-nos jeito que estivessem eufóricos; tragicamente iluminados pela inevitabilidade do comunismo - mas não estão. Estão é fartos do capitalismo - e um bocadinho zangados.
Não há psicologias de multidões para ninguém: são mais que muitos, mas cada um está na sua. Isto é muito importante. Ninguém ali está a ser levado ou foi trazido ou está só por estar. Nada é forçado. Não há chamarizes nem compulsões. Vale tudo até o aborrecimento. Ou seja: é o contrário do que se pensa quando se pensa num comício ou numa festa obrigatória. Muito menos comunista.
Sabe bem passear no meio de tanta rebeldia. Sabe bem ficar confuso.
Todos os portugueses haviam de ir de cinco em cinco anos a uma Festa do Avante, só para enxotar estereótipos e baralhar ideias.
Convinha-nos pensar que as comunas eram um rebanho mas a parecença é mais com um jardim zoológico inteiro. Ali uma zebra; em frente um leão e um flamingo; aqui ao lado uma manada de guardas a dormir na relva.
QUANDO SE CHEGA à Festa o que mais impressiona é a falta de paranóia.
Ninguém está ansioso, a começar pelos seguranças que nos deixam passar só com um sorriso, sem nos vasculhar as malas ou apalpar as ancas. Em matéria de livre de trânsito, é como voltar aos anos 60.
Só essa ausência de suspeita vale o preço do bilhete. Nos tempos que correm, vale ouro. Há milhares de pessoas a entrar e a sair mas não há bichas. A circulação é perfeitamente sanguínea. É muito bom quando não desconfiamos de nós.
Mesmo assim tenho de confessar, como reaccionário que sou, que me passou pela cabeça que a razão de tanta preocupação talvez fosse a probabilidade de todos os potenciais bombistas já estarem lá dentro, nos pavilhões internacionais, a beber copos uns com os outros e a divertirem-se.
A Festa do Avante é sempre maior do que se pensa. Está muito bem arrumada ao ponto de permitir deambulações e descobertas alegres. Ao admirar a grandiosidade das avenidas e dos quarteirões de restaurantes, representando o país inteiro e os PALOP, é difícil não pensar numa versão democrática da Exposição do Mundo Português, expurgada de pompa e de artifício. E de salazarismo, claro.
Assim se chega a outro preconceito conveniente. Dava-nos jeito que a festa do PCP fosse partidária, sectária e ideologicamente estrangeirada. Na verdade, não podia ser mais portuguesa e saudavelmente nacionalista.
O desaparecimento da União Soviética foi, deste ponto de vista, particularmente infeliz por ter eliminado a potência cujas ordens eram cegamente obedecidas pelo PCP.
Sem a orientação e o financiamento de Moscovo, o PCP deveria ter também fenecido e finado. Mas não: ei-lo. Grande chatice.
Quer se queira quer não (eu não queria), sente-se na Festa do Avante!
Que está ali uma reserva ecológica de Portugal. Se por acaso falharem os modelos vigentes, poderemos ir buscar as sementes e os enxertos para começar tudo o que é Portugal outra vez.
A teimosia comunista é culturalmente valiosa porque é a nossa própria cultura que é teimosa. A diferença às modas e às tendências dos comunistas não é uma atitude: é um dos resultados daquela persistência dos nossos hábitos. Não é uma defesa ideológica: é uma prática que reforça e eterniza só por ser praticada. (Fiquemos por aqui que já estou a escrever à comunista).
A Exposição do Mundo português era “para inglês ver”, mas a Festa do Avante! Em muitos aspectos importantes, parece mesmo inglesa. Para mais, inglesa no sentido irreal. As bichas, direitinhas e céleres, não podiam ser menos portuguesas. Nem tão-pouco a maneira como cada pessoa limpa a mesa antes de se levantar, deixando-a impecável.
As brigadas de limpeza por sua vez, estão sempre a passar, recolhendo e substituindo os sacos do lixo. Para uma festa daquele tamanho, com tanta gente a divertir-se, a sujidade é quase nenhuma. É maravilhoso ver o resultado de tanto civismo individual e de tanta competência administrativa. Raios os partam.
Se a Festa do Avante dá uma pequena ideia de como seria Portugal se mandassem os comunistas, confessemos que não seria nada mau. A coisa está tão bem organizada que não se vê. Passa-se o mesmo com os seguranças - atentos mas invisíveis e deslizantes, sem interromper nem intimidar uma mosca.
O preconceito anticomunista dá-os como disciplinados e regimentados – se calhar, estamos a confundi-los com a Mocidade portuguesa. Não são nada disso. A Festa funciona para que eles não tenham de funcionar. Ao contrário de tantos festivais apolíticos, não há pressa; a ansiedade da diversão; o cumprimento de rotinas obrigatórias; a preocupação com a aparência. Há até, sem se sentir ameaçado por tudo o que se passa à volta, um saudável tédio, de piquenique depois de uma barrigada, à espera da ocupação do sono.
Quando se fala na capacidade de “mobilização” do PCP pretende-se criar a impressão de que os militantes são autómatos que acorrem a cada toque de sineta. Como falsa noção, é até das mais tranquilizadoras.
Para os partidos menos mobilizadores, diante do fiasco das suas festas, consola pensar que os comunistas foram submetidos a uma lavagem ao cérebro.
Nem vale a pena indagar acerca da marca do champô.
Enquanto os outros partidos puxam dos bolsos para oferecer concertos de borla, a que assistem apenas familiares e transeuntes, a Festa do Avante enche-se de entusiásticos pagadores de bilhetes.
E porquê? Porque é a festa de todos eles. Eles não só querem lá estar como gostam de lá estar. Não há a distinção entre “nós” dirigentes e “eles” militantes, que impera nos outros partidos. Há um tu-cá-tu-lá quase de festa de finalistas.
É UM ALÍVIO A FALTA de entusiasmo fabricado – e, num sentido geral de esforço. Não há consensos propostos ou unanimidades às quais aderir.
Uns queixam-se de que já não é o que era e que dantes era melhor; outros que nunca foi tão bom.
É claro que nada disto será novidade para quem lá vai. Parece óbvio.
Mas para quem gosta de dar uma sacudidela aos preconceitos anticomunista é um exercício de higiene mental.
Por muito que custe dize-lo, o preconceito - base, dos mais ligeiros snobismos e sectarismos ao mais feroz racismo, anda sempre à volta da noção de que “eles não são como nós”. É muito conveniente esta separação. Ma é tão ténue que basta uma pequena aproximação para perceber, de repente, que “afinal eles são como nós”
Uma vez passada a tristeza pelo desaparecimento da justificação da nossa superioridade (e a vergonha por ter sido tão simples), sente-se de novo respeito pela cabeça de cada um.
Espero que não se ofendam os sportinguistas e comunistas quando eu disser que estar na Festa do Avante! Foi como assistir à festa de rua quando o Sporting ganhou o campeonato. Até aí eu tinha a ideia, como sábio benfiquista, que os sportinguistas eram uma minúscula agremiação de queques em que um dos requisitos fundamentais era não gostar muito de futebol.
Quando vi as multidões de sportinguistas a festejar – de todas as classes, cores e qualidades de camisolas -, fiquei tão espantado que ainda levei uns minutos a ficar profundamente deprimido.
POR OUTRO LADO, quando se vê que os comunistas não fazem o favor de corresponder à conveniência instantaneamente arrumável das nossas expectativas – nem o PCP é o IKEA - a primeira reacção é de canseira.
Como quem diz:”Que chatice – não só não são iguais ao que eu pensava como são todos diferentes. Vou ter de avaliá-los um a um. Estou tramado. Nunca mais saio daqui.”
Nem tão pouco há a consolação ilusória do pick and choose.
.É uma sólida tradição dizer que temos de aprender com os comunistas... Infelizmente é impossível. Ser-se comunista é uma coisa inteira e não se pode estar a partir aos bocados. A força dos comunistas não é o sonho nem a saudade: é o dia-a dia; é o trabalho; é o ir fazendo; e resistindo, nas festas como nas lutas.
Hás uma frase do Jerónimo de Sousa no comício de encerramento que diz tudo. A propósito de Cuba (que não está a atravessar um período particularmente feliz), diz que “resistir já é vencer”.
É verdade – sobretudo se dermos a devida importância ao “já”. Aquele “já” é o contrário da pressa, mas é também “agora”.
Na Festa do Avante! Não se vêem comunistas desiludidos ou frustrados.
Nem tão pouco delirantemente esperançosos. A verdade é que se sente a consciência de que as coisas, por muito más que estejam, poderiam estar piores. Se não fossem os comunistas: eles.
Há um contentamento que é próprio dos resistentes. Dos que existem apesar de a maioria os considerar ultrapassados, anacrónicos, extintos. Há um prazer na teimosia; em ser como se é. Para mais, a embirração dos comunistas, comparada com as dos outros partidos, é clássica e imbatível: a pobreza. De Portugal e de metade do mundo, num Portugal e num mundo onde uns poucos têm muito mais do que alguma vez poderiam precisar.
NA FESTA DO AVANTE! Sente-se a satisfação de chatear. O PCP chateia.
Os sindicatos chateiam. A dimensão e o êxito da Festa chateiam. Põem em causa as desculpas correntes da apatia. Do ensimesmamento online, do relativismo ou niilismo ideológico. Chatear é uma forma especialmente eficaz de resistir. Pode ser miudinho – mas, sendo constante, faz a diferença.
Resistir é já vencer. A Festa do Avante é uma vitória anualmente renovada e ampliada dessa resistência. ... Verdade se diga, já não é sem dificuldade que resisto. Quando se despe um preconceito, o que é que se veste em vez dele? Resta-me apenas a independência de espírito para exprimir a única reacção inteligente a mais uma Festa do Avante:
dar os parabéns a quem a fez e mais outros a quem lá esteve. Isto é, no caso pouco provável de não serem as mesmíssimas pessoas.
Parabéns! E, para mais, pouquíssimo contrariado.”(E só com um bocadinho de nada com medo).

SÁBADO dia 13 de Setembro de 2007


CAROS PRIMATAS, DEIXEM OS VOSSOS COMENTÁRIOS!

sexta-feira, 30 de julho de 2010

FIGURAS NACIONAIS

Para ver, ouvir, rir e memorizar

FIGURAS NACIONAIS

Ficámos mais pobres... António Feio 1954-2010
Parte da entrevista dada pelo António Feio ao daniel Oliveira, onde fica bem demonstrada a garra lutadora que ele tinha!! Um lutador nunca morre!!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

ALCOBAÇA




Tendo por tema a próxima saída dos Primatas, deixo aqui uma breve história de Alcobaça;

ALCOBAÇA é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito de Leiria, região Centro e sub-região do Oeste, com cerca de 6 232 habitantes.
A cidade é composta pelas freguesias de Alcobaça, zona norte da freguesia de Évora de Alcobaça e zona oeste da freguesia de Prazeres de Aljubarrota.

A cidade está localizada a 92 km a norte de Lisboa (124 km via A8, ou 110 km via IC2 / A1), e 88 km a sudoeste de Coimbra (114 km via A8 / A17 / IC8 / A1, ou 105 km via IC2 / A1).[2]

É sede de um município com 408,14 km² de área e 55 641 habitantes (2008)[carece de fontes?], subdividido em 18 freguesias. O município é limitado a norte pelo município da Marinha Grande, a leste por Leiria, Porto de Mós e Rio Maior, a sudoeste pelas Caldas da Rainha e a oeste envolve por completo a Nazaré e tem dois troços de costa no Oceano Atlântico.

É banhada pelos rios Alcoa e Baça, nomes de cuja aglutinação a tradição faz derivar o seu nome – o que está longe de ser consensual.

Foi elevada a cidade em 1995.

As freguesias de Alcobaça são as seguintes:

Alcobaça
Alfeizerão
Alpedriz
Bárrio
Benedita
Cela
Cós
Évora de Alcobaça
Maiorga
Martingança
Montes
Pataias
Prazeres de Aljubarrota
São Martinho do Porto
São Vicente de Aljubarrota
Turquel
Vestiaria
Vimeiro

Até 2001, a freguesia da Moita (Marinha Grande) fez parte do concelho de Alcobaça.

Alcobaça é conhecida pelo seu mosteiro cisterciense, em torno do qual se desenvolveu a povoação, a partir do século XV. O mosteiro foi fundado por D. Afonso Henriques em 1148, e concluído em 1222, em estilo gótico. Durante a Idade Média, chegou mesmo a rivalizar com outras grandes abadias cistercienses da Europa; os coutos de Alcobaça constituiram um dos maiores domínios privados dentro do reino de Portugal, abarcando um dos concelhos vizinhos de Alcobaça, a Nazaré, e parte do de Caldas da Rainha, para além de possuir inúmeras terras adquiridas por escambo, emprazamento, aforamento ou arrendamento um pouco por todo o país.

O mosteiro foi parcialmente incendiado pelos invasores franceses, chefiados por André Massena, em 1810, secularizado em 1834, e depois gradualmente restaurado. Parte da sua enorme biblioteca, com mais de cem mil tomos e manuscritos, foi salva do saque e incêndio dos franceses e do saque dos portugueses durante as guerras liberais, achando-se hoje preservada em parte na Biblioteca Pública de Braga e na Biblioteca Nacional de Lisboa.

Nos braços sul e norte do transepto da igreja do mosteiro, acham-se duas obras-primas da escultura gótica em Portugal: os túmulos dos eternos apaixonados, o rei D. Pedro (1357-1367) e D.Inês de Castro.

Artesanato
No concelho de Alcobaça há fabrico de olaria, cerâmica, vergas, juncos, lenços, toalhas, tapeçarias e cutelaria.

Gastronomia

Frango na púcara
Ginja de AlcobaçaO prato típico da região de Alcobaça é o frango na púcara: um frango guisado aos pedaços com bastante molho de receita secreta, mas que inclui cebolinho, acompanhado de arroz branco e batatas fritas.

No campo da doçaria há a destacar: trouxas de ovos, delícias de Frei João e Pudim de ovos do mosteiro de Alcobaça. E o pão-de-ló de Alfeizerão (conhecidíssimo), já em 1906 referenciado por M. Vieira Natividade no seu opúsculo Alcobaça d´Outros Tempos.

Todos os anos decorre uma Mostra de Doçaria Conventual e Tradicional, que para além de Alcobaça conta com representações do país e do estrangeiro, nomeadamente de Braga, Arouca, Louriçal, Alentejo, Espanha e França.

O licor de ginja de Alcobaça é também muito apreciado pelos visitantes da cidade, tendo vindo a ser produzido desde 1930

Artistas oriundos de Alcobaça

João Santos, mestre oleiro
José Aurélio, escultor
The Gift, banda electrónica

Alcobacenses famosos

Entre os alcobacenses famosos há a registar:

Frei António Brandão (1584-1637), historiador
Frei Fortunato de São Boaventura (1777-1844), polígrafo
Manuel Vieira de Natividade (1860-1918), arqueólogo
João d'Oliva Monteiro (1903-1949), industrial, fundador da Crisal e do cine-teatro
Joaquim Vieira Natividade, engenheiro agrónomo e historiador local
Humberto Delgado (1906-1965), general e combatente contra o Salazarismo, viveu na Cela Velha
Tarcísio Trindade, o único presidente de câmara do tempo da ditadura que não foi eleito pelas listas da União Nacional; deposto após a Revolução dos Cravos
The Gift e Loto, grupos de música electrónica
Luís Peças

(fonte;Wikipédia)

sábado, 26 de dezembro de 2009

CURIOSIDADE DE NATAL

Foi fantástica a apresentação deste grupo no Aeroporto da Portela dia, 23/12!

Por achar uma iniciativa bem disposta e que reflecte bem o saber receber por parte de nós Portugueses, deixo aqui o video do que se passou no Aeroporto da Portela, no dia 23/12/2009.



Este tipo de eventos já tem sido feito em outros lugares públicos como o que se segue, feito na Estação de Liverpool:


Ou como em Antuérpia na Estação Central:

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

MAIS UM POUCO DE CULTURA


Para todos sabermos melhor qual o significado do nome do nosso grupo de amigos, aqui deixo mais umas curiosidades culturais;

Primatas
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Os primatas são os mamíferos que compõe a ordem Primates, onde estão incluídos os micos, macacos, gorilas, chimpanzés, orangotangos, lêmures, os babuínos, os seres humanos e outros hominídeos. O polegar, ou dedo oposto, também é uma característica mas não é exclusiva dos primatas (os gambás também têm polegares). Alguns macacos têm os polegares apenas nos seus pés e não nas mãos. O ramo da mamalogia que estuda os primatas é a primatologia.

A ordem dos primatas é informalmente dividida em três grupos principais: os
prossímios, platirrinos (os macacos do novo mundo) e os catarrinos (macacos do velho mundo), grupo no qual o ser humano se inclui. Os prossímios se caracterizam por seus proeminentes focinhos e longas caudas e, nas espécies mais primitivas, por uma tendência à disposição lateral dos olhos. Neles se incluem os Lemuriformes, Chiromyiformes, Lorisiformes e Tarsiiformes. Os platirrinos possuem narinas distantes entre si e voltadas para os lados. Os catarrinos se caracterizam por ter o focinho mais ou menos reto e narinas dirigidas para a frente.
De acordo com as evidências fósseis, os ancestrais dos primatas já existiam no Baixo
Cretácio. Estudos com o relógio molecular sugerem que eram ainda mais antigos, tendo se originado pelo menos no Médio Cretácio. Acredita-se recentemente que sejam mais intimamente relacionados aos colugos e, mais distantemente, aos escandêncios. Primatas provavelmente evoluíram dos plesiadapiformes. Alguns paleontólogos acreditam que o Purgatorius, que viveu no estado de Montana seja o primeiro primata do mundo. Entretanto, há também a possibilidade deste pequeno animal ser da ordem dos Plesiadapiformes.

Principais espécies
Na ordem dos primatas, além dos
seres humanos, são também bastante conhecidos os gorilas, chimpanzés, bonobos, mandris, babuínos, orangotangos, lêmures, micos. E em destaque na história da biologia, mais especificamente na hematologia, está o macaco-rhesus, devido ao sistema sanguíneo fundamentado no fator Rh.
No
Brasil, as principais espécies endêmicas são o cuxiú-preto, bugio, macaco-barrigudo, macaco-prego, mico-leão-dourado (em risco de extinção), muriqui, soim-de-coleira, uacari-branco.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

CURIOSIDADES DE NATAL



Dado que alguns Primatas se insurgiram, quanto ao conteúdo mais brejeiro do Blogue, e para que haja algum equilibrío sobre os vários assuntos e conteúdos, deixo aqui algumas curiosidades mais culturais;

COMO SE DIZ FELIZ NATAL NO MUNDO
Afrikaan - Een Plesierige Kerfees
Albanes - Gëzuar Krishtlindja
Alemão - Frohe Weihnachten / Fröhliche Weihnachten
Alsacia - Gleckika Wïanachta
Arabe - Milad majid
Armenio - Shenoraavor Nor Dari yev Pari Gaghand
Basco - Eguberri on
Bohemia- Vesele Vanoce
Breton - Nedeleg laouen na bloavezh mat
Bulgaro - Tchestita Koleda
Catalão - Bon Nadal
Chinês (Cantonês) - Gun Tso Sun Tan'Gung Haw Sun
Chinês (Mandarim) - Kung His Hsin Nien bing Chu Shen Tan
Coreano - Sung Tan Chuk Ha
Corsega - Natale allegre
Creolo (Guadalupe) - Jwaïeu Nouel
Creolo (Haiti) - Jwaye Nowel
Creolo (Martinica) - Jénwèl
Croata - Sretan Bozic
Dinamarquês - Glædelig jul
Esquimó - (inupik) Jutdlime pivdluarit ukiortame pivdluaritlo
Espanhol - Feliz Navidad
Esperanto - Gajan Kristnaskon
Estonia - Roomsaid Joulu Puhi
Filandês - Hyvää joulua
Francês - Joyeux Noël
Galês - Nadolig Llawen
Gaulês - Nadolig llawen
Grego - Kala Christouyenna
Havaiano - Mele Kalikimaka
Hébreu - Mo'adim Lesimkha. Chena tova
Hindu - Shub Naya Baras
Hongrois - Boldog Karácsonyt
Indinésia - Selamat Hari Natal
Ingles - Merry Christmas / Happy Christmas
Italiano- Buon Natale / Gioioso Natale
Irlandês - Nodlaig mhaith chugnat
Japonês - Shinnen Omedeto / Kurisumasu Omedeto
Jugoslavo - Cestitamo Bozic
Latim - Natale hilare et Annum Faustum
Kabyle - Assegass amegass
Lao - Souksan van Christmas
Letão - Priecigus Ziemassvetkus
Lituano - Linksmu Kaledu
Luxemburguês - Schéi Krëschtdeeg an e Schéint Néi Joer
Malgache - Tratran'ny krismasy
Maltês- LL Milied Lt-tajjeb
Maori - Meri Kirihimete
Holandês - Een vrolijk Kerstfeest
Norueguês - Gledelig Jul
Persa- Noël mobaràk bâde
Polaco - Wesolych Swiat
Português - Boas Festas e Feliz Ano Novo
Provençal - Bòn nové
Romeno - Un Crãciun fericit
Russo -Pozdrevlyayu s prazdnikom Rozhdestva is Novim Godom
Samoa - Ia manuia le Kerisimasi
Servo-Croata - Sretan Bozic
Eslovaco - Vesele vianoce
Sobota - Dobro dedek
Sueco - Glad Yul
Checoslovaco - Prejeme Vam Vesele Vanoce a stastny Novy Rok
Tailandês - Souksaan wan Christmas / Merry Christmas
Turco - Mutlu yýllar
Ucraniano - Srozhdestvom Kristovym
Vietnamita - Chung Mung Giang Sinh


O SIGNIFICADO DO NATAL
O Natal surge como o aniversário do nascimento de Jesus Cristo, Filho de Deus, sendo actualmente uma das festas católicas mais importantes.
Inicialmente, a Igreja Católica não comemorava o Natal. Foi em meados do século IV d.C. que se começou a festejar o nascimento do Menino Jesus, tendo o Papa Júlio I fixado a data no dia 25 de Dezembro, já que se desconhece a verdadeira data do Seu nascimento.
Uma das explicações para a escolha do dia 25 de Dezembro como sendo o dia de Natal prende-se como facto de esta data coincidir com a Saturnália dos romanos e com as festas germânicas e célticas do Solstício de Inverno, sendo todas estas festividades pagãs, a Igreja viu aqui uma oportunidade de cristianizar a data, colocando em segundo plano a sua conotação pagã. Algumas zonas optaram por festejar o acontecimento em 6 de Janeiro, contudo, gradualmente esta data foi sendo associada à chegada dos Reis Magos e não ao nascimento de Jesus Cristo.
O Natal é, assim, dedicado pelos cristãos a Cristo, que é o verdadeiro Sol de Justiça (Mateus 17,2; Apocalipse 1,16), e transformou-se numa das festividades centrais da Igreja, equiparada desde cedo à Páscoa.
Apesar de ser uma festa cristã, o Natal, com o passar do tempo, converteu-se numa festa familiar com tradições pagãs, em parte germânicas e em parte romanas.
Sob influência franciscana, espalhou-se, a partir de 1233, o costume de, em toda a cristandade, se construírem presépios, já que estes reconstituíam a cena do nascimento de Jesus. A árvore de Natal surge no século XVI, sendo enfeitada com luzes símbolo de Cristo, Luz do Mundo. Uma outra tradição de Natal é a troca de presentes, que são dados pelo Pai Natal ou pelo Menino Jesus, dependendo da tradição de cada país.
Apesar de todas estas tradições serem importantes (o Natal já nem pareceria Natal se não as cumpríssemos), a verdade é que não nos podemos esquecer que o verdadeiro significado de Natal prende-se com o nascimento de Cristo, que veio ao Mundo com um único propósito: o de justificar os nossos pecados através da sua própria morte. Nesses tempos, sempre que alguém pecava e desejava obter o perdão divino, oferecia um cordeiro em forma de sacrifício. Então, Deus enviou Jesus Cristo que, como um cordeiro sem pecados, veio ao mundo para limpar os pecados de toda a Humanidade através da Sua morte, para que um dia possamos alcançar a vida eterna, por intermédio Dele, Cristo, Filho de Deus.
Assim, não se esqueçam que o Natal não se resume a bonitas decorações e a presentes, pois a sua essência é o festejo do nascimento Daquele que deu a Sua vida por nós, Jesus Cristo.

O PAI NATAL
O Pai Natal tem vários nomes dependo do país e cultura, mas independentemente do nome que ele recebe, trata-se sempre de S. Nicolau, um senhor muito simpático e generoso, que nasceu no ano de 350 d.C., em Patara. Depois de viajar por muitos sítios, S. Nicolau decidiu ir viver em Mira, onde anos mais tarde tornou-se bispo da Igreja Católica. Muitos milagres lhe são atribuídos e grande parte destes relacionam-se com a doação de presentes. Ele, hoje, ainda é vivo já que a sua Fonte de Vida é a crença das pessoas na sua existência, quando ninguém mais acreditar no Pai Natal é quando ele morre!
Actualmente ninguém sabe ao certo onde é que o Pai Natal vive, uns dizem que é na Noruega, outros dizem que é na Finlândia e ainda outros dizem que ele vive no Pólo Norte. A verdade é que o Pai Natal não quer que ninguém saiba onde é que ele mora, para conseguir trabalhar sem ser incomodado, pois o seu trabalho não se resume a distribuir os presentes na noite de Natal, é também necessário fazer os presentes, saber o que cada criança pediu e o que cada uma realmente merece.
O Pai Natal tem uma lista, que actualmente já é computorizada, de todas as crianças do mundo. O Pai Natal e os seus ajudantes, os duendes, através dessa lista sabem onde é que cada criança mora e assim podem observar o seu comportamento ao longo do ano.


CURIOSIDADES
A quadra natalícia não se resume a um ou dois dias, mas sim aos 12 dias que se situam entre o Natal e o dia de Reis, já na Época Medieval assim o era;

Os postais de Natal surgiram por volta de 1844;

Os pratos de Natal têm origem Medieval. Cada país tem as suas comidas especiais para o Natal, sendo grande parte destas são feitas com frutos secos, já que estes eram uma especialidade de Idade Média;

O azevim era uma planta sagrada para os druidas, na cultura celta.

Em alguns países são atribuídos nomes às renas que puxam o trenó do Pai Natal. Na tradição anglo-saxónica existem oito renas: Dasher, Dancer, Prancer, Vixen, Comet, Cupid, Donder e Blitze. Posteriormente, acrescentou-se uma outra rena de nome Rodolfo, esta tem a particularidade de ter um nariz vermelho que brilha, logo ela é a rena que lidera no trenó, já que consegue iluminar o caminho. A criação de Rodolfo deu-se em 1939, para um anúncio de Montgomery Ward Company.

sábado, 5 de dezembro de 2009

TRUQUES E DICAS


Caros Primatas, aqui ficam algumas dicas que é sempre bom saber e pode ajudar

Problema com formigas
Coloque casca de pepino junto à saída das formigas

Para ter gelo puro e límpido:
Ferva a àgua antes de congelar

Para pôr os espelhos a brilhar:
Limpe com alcool

Para tirar pastilha elástica da roupa:
Ponha a roupa no congelador durante 1 hora.

Para obter o máximo de sumo de limão:
Ponha o limão, durante 1 hora, em àgua quente antes de o espremer
.

Para reduzir o cheiro a couves quando estiver a cozê-las:
Ponha uma fatia de pão dentro da panela.

Para se ver livre do cheiro a peixe das mãos:
Lave as mãos com um bocadinho de vinagre de cidra.

Para evitar chorar enquanto corta cebola:
Mastigue pastilha elástica.

Cozer batatas mais rápidamente:
Descasque meia batata.


Para verificar a frescura do peixe:
Ponha o peixe inteiro num recipiente com àgua fria, se ele flutuar, está fresco.


Para cozer ovos mais rápidamente:
Coza os ovos em àgua com sal.


Para verificar a frescura dos ovos:
Ponha o ovo em àgua fria, se ficar na horizontal está fresco. Se ficar na diagonal tem 3 ou 4 dias. Se ficar na vertical tem 10 dias. Se flutuar está estragado.

Para tirar tinta das roupas:
Ponha uma camada (generosa) de pasta de dentes, deixe secar completamente e depois lave.

Para descascar rápidamente as batatas:
Passe por àgua fria a seguir a cozer.


Para se ver livre de ratos e ratinhos:
Ponha pimenta preta no sítios onde os vê passar. Eles fugirão.

Para acabar com os mosquitos no seu quarto à noite:
Espalhe folhas de hortelã pelo quarto especialmente ao pé da cama e da almofada.